Credibilidade em Crise: Lições do Apocalipse Comunicacional
Por: Tsunami de pensamentos —
Eis que nos deparamos com um exemplo gritantemente — e quase tragicômico — de como não se faz comunicação institucional. Imagine uma entidade com mais de seis décadas de história, cujo maior ativo deveria ser a seriedade e a credibilidade. Afinal, sem esses pilares, quem confiaria em suas ações? Nem a nossa avó apostaria suas economias nisso. Pois bem, essa instituição decidiu transformar suas redes sociais em um palco digno de um adolescente deslumbrado no TikTok. O resultado? Um verdadeiro desastre comunicacional que não decepcionaria nem o roteirista mais criativo de um reality show.
E não para por aí: o governo, que já leva uma surra constante na batalha digital, parece incapaz de aprender. Semana sim, dia também, é tropeço atrás de tropeço na área da comunicação. E, para coroar o show de horrores, temos a entrevista desastrosa de Haddad na CNN, onde ele não apenas deu um salto mortal em falso, mas também culpou Bolsonaro pela derrota comunicacional do governo em relação ao PIX. Sério? Culpar o ex pela bagunça atual é tão 2015…
E por falar em memórias, quem não lembra da Dilma, no segundo mandato, jogando o FHC na fogueira pelos escândalos da Petrobrás? Parece que o manual de desculpas esfarrapadas é leitura obrigatória por aqui.
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